Viajar é sinónimo de descobrir novos destinos, mas também, por vezes, de carregar para casa uma recordação inesperada. Os hotéis, em particular, têm testemunhado alguns comportamentos fora do comum. Segundo um estudo da Wellness Heaven, que entrevistou 1.376 gestores de hotéis europeus, os itens mais roubados variam entre objetos triviais e peças de luxo que desafiam a imaginação.

Para os hóspedes de quatro estrelas, o foco recai sobre itens práticos: toalhas, roupões, cabides, canetas, cosméticos, baterias e comandos de TV. Já os hóspedes de hotéis cinco estrelas parecem sentir-se mais inclinados a “levar um pedaço do luxo consigo”, com tablets, obras de arte, televisões e até colchões a desaparecerem com maior frequência. A investigação sugere que, quanto mais sofisticado o hotel, mais ousados os hóspedes se tornam.

Os itens mais roubados em hotéis

Mais comuns

  • Toalhas
  • Roupões
  • Cabides
  • Canetas
  • Cosméticos
  • Café e canecas do hotel

Curiosos e bizarros

  • Roupa de banho e chinelos de cortesia (que os hóspedes podem levar legalmente)
  • Mini frigoríficos
  • edredons e cobertores
  • Cafeteiras
  • Papel higiénico
  • Flores frescas do lobby

Extraordinários

  • Pianos de cauda
  • Equipamentos de som
  • Banquetas de sauna
  • Lavatórios, chuveiros e outras peças de casa de banho
  • Números de quartos removidos
  • Troféus de caça empalhados
  • televisores e obras de arte

A pesquisa revela ainda tendências curiosas segundo a nacionalidade: alemães e britânicos preferem artigos de higiene e cosméticos; austríacos não resistem a pratos e cafeteiras; franceses, televisores e comandos; italianos, copos de vinho; e americanos, almofadas e pilhas.