Ruben Amorim já não é treinador do Manchester United. Depois de 14 meses atribulados e sem os resultados esperados, o português de 40 anos abandona o clube britânico. Adeus Manchester, adeus chuva e frio e a possibilidade, finalmente, poder desfrutar de umas férias.

A TRAVEL MAGG foi à procura de 10 destinos que façam Ruben Amorim esquecer os céus cinzentos da cidade do norte de Inglaterra. Selecionámos locais onde há sol em abundância, muito calor nesta altura do ano e paz para preparar o futuro dentro das quatro linhas.

10 destinos para Ruben Amorim descansar

1 - Cancún (México)

Top 25 melhores destinos do mundo
Top 25 melhores destinos do mundo 24. Cancún, México créditos: Pexels

Em janeiro, Cancún tem temperaturas médias entre 20ºC e 28ºC, com noites apenas um pouco mais frescas e muitos dias de céu limpo, perfeitos para quem só quer alternar entre espreguiçadeira e mar do Caribe. A zona hoteleira está cheia de resorts all inclusive com praia privada, bem como campos de golfe e spas onde um treinador pode recuperar da época como se estivesse numa pré-época… mas de descanso.

Além das praias, há tempo para escapadelas rápidas a Isla Mujeres ou à Riviera Maya, onde o mar turquesa e a areia branca ajudam a esquecer resultados menos felizes. Para quem gosta de um pouco de cultura entre treinos de piscina, as ruínas maias de Tulum e Chichén Itzá estão a poucas horas, sempre com aquele calor suave de inverno tropical.

2 - Phuket (Tailândia)

Phuket, Tailândia
Phuket, Tailândia Phuket, Tailândia créditos: Unsplash

Em janeiro, Phuket vive um dos melhores momentos do ano: média de máximas a rondar os 32 ºC, água do mar perto dos 28 ºC e cerca de nove horas de sol por dia, com pouca chuva graças à estação seca. As praias de Patong, Karon ou Kata garantem cenário de postal, com infraestruturas que vão de resorts de luxo a pequenos hotéis à beira-mar.

Entre um mergulho e outro, é fácil organizar passeios de barco até à baía de Phang Nga ou às ilhas Phi Phi, sempre com aquele calor húmido que faz esquecer completamente o inverno europeu. À noite, mercados de rua e restaurantes à beira-mar servem marisco fresco, ideal para repor energias sem a pressão tática do dia seguinte.

3 - Koh Lanta (Tailândia)

Koh Lanta (Tailândia)
Koh Lanta (Tailândia) Koh Lanta (Tailândia)

Koh Lanta é a versão mais calma da Tailândia balnear, perfeita para quem quer fugir tanto da chuva de perguntas como da chuva real, já que janeiro traz tempo seco, quente e muito sol. As praias são longas e menos preenchidas do que em Phuket, com pequenos bares pé-na-areia onde se pode ver o pôr do sol sem câmaras apontadas.

A ilha é ótima para andar de mota, explorar enseadas quase desertas e fazer snorkeling em águas quentes e calmas. Para um treinador que vive cercado de ruído, o ambiente descontraído e o calor constante fazem de Koh Lanta um retiro quase terapêutico.

4 - Gold Coast (Austrália)

Surfers Paradise (Austrália)
Surfers Paradise (Austrália) Surfers Paradise (Austrália)

A Gold Coast vive pleno verão em janeiro, com temperaturas médias entre 20 ºC e 28 ºC, água a rondar os 25 ºC e um ambiente de férias permanente ao longo de quilómetros de areia dourada. Surfers Paradise e Broadbeach concentram hotéis, apartamentos turísticos, restaurantes e bares, tudo a poucos metros do mar quente do Pacífico.

Além da praia, há parques temáticos, trilhos em áreas naturais próximas e uma forte cultura de desporto ao ar livre, perfeita para quem não consegue desligar totalmente do exercício físico. As noites são suaves, permitindo jantares ao ar livre sem casaco, algo impensável em Lisboa em pleno janeiro.

5 - Sydney (Bondi e Manly) - Austrália

Bondi (Austrália)
Bondi (Austrália) Bondi (Austrália)

Em janeiro, Sydney é sinónimo de verão a sério, com mar quente, muito sol e praias icónicas como Bondi e Manly em modo alta temporada. Bondi concentra surfistas, cafés trendy e caminhadas com vista para o mar, tudo sob um calor típico de verão australiano.

Do outro lado, Manly oferece um ambiente um pouco mais familiar e relaxado, acessível por ferry com vistas da baía, mantendo sempre temperaturas ideais para ficar dentro de água longos minutos. Entre praias, gastronomia e vida cultural, há espaço para Ruben observar outro tipo de “tática”: a dos surfistas a apanhar a onda perfeita.

6 - Natal (Brasil)

Natal (Brasil)
Natal (Brasil) Natal (Brasil)

Natal, no Rio Grande do Norte, é conhecida como “Cidade do Sol” e faz jus ao nome em janeiro, quando o nordeste brasileiro vive pleno verão com calor constante e praia todos os dias. A praia de Ponta Negra, com o famoso Morro do Careca, oferece mar quente, boa estrutura de barracas e um calçadão ideal para caminhadas ao fim da tarde.

A partir de Natal é fácil explorar outras praias da região, com dunas, passeios de buggy e água morna que convida a banhos demorados. O clima quente e ventoso também agrada a quem gosta de desportos náuticos, sempre num ambiente bem longe das bancadas exigentes da Europa.

7 - Porto de Galinhas (Brasil)

Porto de Galinhas (Brasil)
Porto de Galinhas (Brasil) Porto de Galinhas (Brasil)

Porto de Galinhas, perto do Recife, é um dos destinos de praia mais famosos do Nordeste, com piscinas naturais formadas na maré baixa, água transparente e clima de verão escaldante em janeiro. A estrutura turística inclui pousadas, resorts e restaurantes focados em peixe fresco e pratos típicos, tudo a poucos metros da areia.

Apesar de ser um “hot spot” e ficar cheio na alta temporada, continua a ser um local ideal para desligar, com passeios de jangada e banhos em águas que parecem piscinas tropicais. Para um treinador habituado a relvados, mergulhar num mar a temperaturas tropicais é uma forma de reset bastante eficaz.

8 - Abu Dhabi (Emirados Árabes Unidos)

Abu Dhabi (Emirados Árabes Unidos)
Abu Dhabi (Emirados Árabes Unidos) Abu Dhabi (Emirados Árabes Unidos)

Em Abu Dhabi, janeiro é considerado “suave”, mas continua muito mais quente do que qualquer cidade europeia, com máximas médias a rondar os 24 ºC, céu azul e pouca chuva. As praias urbanas e privadas dos hotéis oferecem água agradável e sol garantido, sem o calor extremo do verão desértico.

Com cerca de nove horas de sol por dia e apenas 10 mm de chuva no mês, é possível combinar manhãs de praia com tardes em museus, centros comerciais de luxo ou passeios pela Corniche. Para Ruben, é o tipo de destino onde se pode passar do spa para a esplanada sem nunca precisar de casaco, um luxo em janeiro.

9 - Santa Lúcia (Caraíbas)

Santa Lúcia (Caraíbas)
Santa Lúcia (Caraíbas) Santa Lúcia (Caraíbas) créditos: Unsplash

Santa Lúcia é uma das ilhas mais quentes das Caraíbas em janeiro, com temperaturas médias diurnas entre 26 ºC e 29 ºC, noites tropicais e mar a cerca de 27 ºC, perfeito para longos banhos sem frio à saída da água. Os resorts de luxo espalham‑se pela costa sul, muitos deles encaixados entre vegetação densa e praias de areia clara, sempre com vista para os dois picos vulcânicos gémeos, Gros Piton e Petit Piton, que se erguem quase diretamente do mar e dão o cenário de postal à ilha.

Para além do calor constante, a ilha é rica em experiências de bem‑estar: nas zonas vulcânicas próximas de Soufrière há fontes termais, banhos de lama e piscinas minerais naturais, muito procuradas por quem quer relaxar músculos e limpar a cabeça. Entre spas, hotéis orientados para casais e viajantes em modo descanso total e um ritmo de vida lento, Santa Lúcia é o tipo de refúgio onde um treinador só liga a televisão para ver futebol se realmente lhe apetecer, com o som do mar a fazer de único “speaker” oficial.

10 - Zanzibar (Tanzânia)

Zanzibar (Tanzânia)
Zanzibar (Tanzânia) Zanzibar (Tanzânia)

Em Zanzibar, janeiro é um dos melhores meses do ano: temperaturas máximas a rondar os 32ºC, água do mar perto dos 28ºC e poucos dias de chuva, com muito sol a iluminar as praias de areia branca. As zonas de Nungwi ou Kendwa, no norte da ilha, estão cheias de resorts junto ao mar, ideais para dias de preguiça entre espreguiçadeira, mergulhos e cocktails ao fim da tarde.

O arquipélago permite ainda combinar praia com cultura, através de visitas a Stone Town, mercados de especiarias e passeios de barco até bancos de areia perdidos no Índico. Para Ruben Amorim, seria uma mudança completa de cenário: sair dos estádios cheios para um mundo de mar quente, ritmo africano e calma tropical em pleno janeiro.