O Mandarin Oriental Vienna não tenta roubar protagonismo à cidade. Prefere integrar-se, observar e oferecer conforto a quem a percorre com tempo. A estreia da marca na Áustria acontece num edifício do início do século XX, originalmente desenhado por Alfred Keller, onde a arte nova vienense foi preservada e reinterpretada com discrição após mais de uma década de reabilitação.
São 138 quartos e suítes distribuídos por quatro pisos, com vistas para um pátio interior silencioso ou para a rua histórica envolvente. A decoração aposta em tons suaves, materiais nobres e referências subtis à Secessão Vienense, criando um ambiente sereno, pensado para descansar depois de um dia entre museus, cafés históricos e salas de concerto.
Dormir, comer e parar no coração de Viena
A restauração assume um papel central no hotel, com vários espaços sob uma grande claraboia que ilumina o pátio interior. A cozinha, liderada pelo chef executivo Thomas Seifried, cruza influências internacionais com ingredientes sazonais, marisco e uma carta de vinhos cuidada, num registo que privilegia consistência em vez de espetáculo.
No subsolo, o spa funciona como um verdadeiro intervalo urbano. A piscina interior aquecida é uma das maiores em hotéis da cidade e convida a uma pausa prolongada. Os tratamentos exclusivos integram música clássica vienense, reforçando a ligação à identidade cultural de Viena.
A localização permite chegar a pé, em menos de dez minutos, à Catedral de Santo Estêvão, à Ópera de Viena e ao Goldenes Quartier. Uma noite no Mandarin Oriental Vienna custa a partir de 850€, com pequeno-almoço incluído.